Key West

Essa foi a nossa primeira viagem até essa linda ilha. Não foi nada muito programado, aproveitamos um compromisso em Miami na manhã de uma sexta-feira, e saímos de Orlando (onde moramos) na quinta à tarde, dormimos por lá, compromisso foi rápido e 9:30am já estávamos liberados.


Então às 9:30am da sexta saímos de Miami, abastecemos o carro e seguimos em direção ao que eles chamam de Florida Keys, que contempla Key Largo, Islamorada, Long Key, Marathon outras ilhas e por último, Key West.

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Indicamos ir de carro, o que dá em torno de 3h e 30min de Miami até lá.

Antes de ir só conseguimos pesquisar hotéis, nada de roteiro. Como vimos que ia chover, eu não quis arriscar e gastar para ficar em um super hotel na beira da praia (acabou que só choveu no domingo quando voltamos). Aliás, já saiba que os hotéis por lá são bemmmm caros, pois é uma cidade cara. Cogitamos ficar no Waldorf Casa Marina, e completamente fora de temporada (chegaríamos no dia 18 de maio) a diária estava ficando em torno de $550 dólares. Por lá não tem muitos hotéis na beira da praia, e esse era um dos que encontramos pelo menor preço à beira mar, alguns outros chegam a mil dólares. Então como não estaria aquele sol para curtimos praia e piscina, e decidimos que iríamos conhecer a cidade e não curtir muito o hotel (melhor decisão), escolhemos o The Gates, U$400.00 a diária + ou -. Sempre reservamos pelo Hotéis.com (clique aqui para entrar direto no link do The Gates) pois acumulando 10 noites reservadas pelo site, você ganha uma diária no valor médio dessas diárias. Outra coisa, é bem comum se pagar taxa de resort e alguns hotéis não ofereceram café da manhã incluso na diária, então infelizmente, com valet (no que ficamos o estacionamento é gratuito), taxa de resort e etc, acaba subindo mais ainda.

 

Compramos em Real, e nos dois dias, sem a taxa de resort que pagamos ao chegar, gastamos em torno de R$2.700,00 reais com todas as taxas do site.

 

Lobby do Hotel
Lobby do hotel
Lobby do hotel
Lobby do hotel
Essa foi a configuração do nosso quarto

Fiquei apaixonada pelo hotel. Ele fica logo na entrada da cidade e à 15 minutinhos do centrinho. Hotel novinho, quartos sem carpete, decoração nova, piscina ótima e que funcionava até as 10pm. Um bar super legal e música ao vivo na beira da piscina no fim da tarde. Funcionários de uma simpatia imensa!!  Ficamos em um quarto com duas camas Queen, mas eles possuem outros com configurações diferentes. Pedimos um berço e eles nos forneceram aquele portátil estilo chiqueirinho. Tem cofre, frigobar e cafeteira no quarto, só não microondas, o que a essa altura com meu filho saindo da mamadeira, não fez falta. Indico muito!!

Lá perto do hotel tinha Publix (supermercado), varias farmácias, TJMaxx, Ross, Outback…

 

Antes de falar sobre os nossos dias, queria dizer algumas coisas sobre essa cidade.

Key West tem 26 mil habitantes e é uma cidade de pessoas extremamente simpáticas. Não é um lugar pra ir em praia. Aqui as praias não tem ondas, tem muita pedra, a areia eles trazem de fora. Lá, a temperatura não passa de 37 graus.

 

Como muita gente sabe, foi muito atingida pelo furacão Irma que passou por lá em setembro de 2017, mas  já ergueram 99% do que foi atingido.

Antes de chegar até a ilha, de Miami até a entrada da cidade, são 42 pontes, diversas ilhas e uma paisagem linda.

 

1 dia – Sexta

Como ainda não havia quarto disponível (check in aqui é 4pm) nós fomos almoçar. Pesquisamos e achamos o Firefly, pois eu estava louca pra comer shrimp and grits (saiba o que é) e eles serviam. Nos avisaram que é um tanto difícil estacionar por aqui, mas arriscamos e fomos. Não havia nada mesmo de estacionamento perto do restaurante. Deixamos o carro longe e fomos andando. Decepção!!! Restaurante nada bom 😐… não indico! Lá perto tem a o Santiago’s Bodega que uma seguidora nos indicou, mas só vi a mensagem depois e não conseguimos voltar lá. A única coisa que salvou foi o waffle com pecans e syrup…

Almoço no Firefly… tudo muito lindo, mas em termos de sabor, horrivel!

De lá, seguimos para a parte famosinha, também sem estacionamento, pagamos $25.00 dólares em um local privado. Fomos até o museu Art and History ($10.00$ por adulto – criança não paga) e não vi muita graça rs, mas, imagino que cada pessoa tem um gosto e talvez seja interessante para alguém. É tudo meio próximo do Mallory Park.

Museu de Arte e Historia

 

Dia 2 – Sábado

No hotel tem um food truck chamado The Blind Pig e perto, um Starbucks. No food truck pedimos omelete e compramos algumas coisas no Starbucks. Uma dica, tem vários lugares legais para se tomar café na cidade, então não gastem com café de hotel que costuma ser pago, conheça os restaurantes locais!! E esqueça também  Starbucks, a cidade é cheia de pequenos locais que servem o delicioso café cubano 😊.

Omelete e pão com ovo e bacon do trailer do hotel + cafezinho do Starbucks que compramos com um chocolate croissant para a nossa filha.

Pegamos às 10am o transporte (shuttle) do nosso hotel e fomos até a Mallory Square para fazer o passeio de Trolley. Saímos do ponto principal, parada #1. A princípio achei caro, $34.99 por adulto, $15.00 criança, mas meu filho de 2 anos não pagou, somente a de 8 anos. O nosso motorista era um barato!! Passamos por vários pontos legais. Por esse valor, você pode subir e descer de qualquer trolley da empresa  o dia inteiro ( o último são as 4:30pm). São 13 paradas. Vale a pena ir descendo para tirar foto e conhecer os locais mais famosos e depois embacar no próximo trolley. Agora, imagino que para quem não fale inglês, seja um pouco difícil entender o passeio, já que a motoristas/guias todos falam inglês, aliás, Key West não é como outras cidades da Flórida onde se fala bastante espanhol, não ouvi ninguém falando outra língua aqui além do inglês, mesmo tendo bastante morador de fora do país.

Esse é o Trolley da empresa que escolhemos

As crianças curtiram bastante 🤗

 

Paramos na parada #11 que é onde fica o lugar mais ao sul dos EUA, que está a 90 milhas de distância de Cuba. Ponto super turístico!! Acho que todo mundo que vai à Key West tira foto no famoso monumento que vocês podem ver nas fotos abaixo. Imagino que é como ir no Magic Kingdom e tirar foto em frente ao castelo rs, se não tirar, parece que não foi rs.

Muita fila para tirar foto

 

Estávamos perto do Butterfly Conservatory, então entramos. As crianças amaram e nós também. Da para tirar fotos lindas, são muitas borboletas lindas, voando por uma área fechada enquanto você percorre todo o caminho até a saída.

 

Na lojinha que tem no conservatório eles dão uma borboletinha de papel grátis para quem fez o passeio.
Encontrávamos vários pontos para fotos no caminho

Ao sairmos de lá já era hora do almoço e meu marido no dia anterior havia encontrado sanduíches de lagosta do Dj’s Clam Shack em um post no Instagram. Pegamos um Uber/Lyft até o local, mas quem quiser esperar o trolley, ele fica pertinho da parada #13. Então lembrando, conservatório e monumento ficam na parada 11 e o restaurante na 13.

Dj’s Clam Shack
Parte de trás do DJ’s Clam, com algumas mesinhas

Olha, vocês precisam ir lá. Pedimos os sanduíches de lagosta, taco de camarão, bolinhos de caranguejo e batata frita. Nos sanduíches vieram os famosos cole slaws como acompanhamento, que são saladinhas de repolho deliciosas que amamos e são diferentes das que temos no Brasil. O taco vem dois, serve super bem. O preço foi meio salgado rs, U$90.00 tudo, incluindo dois refris (refil), mas os sanduíches vieram suuuper caprichados na lagosta e estavam deliciosos. Meu marido pediu o Over Stuffed Lobster Roll, que é um que vem mais lagosta e custou U$33.00, o meu foi o Maine Lobster Roll e custou U$18.00 e honestamente, vem muita lagosta, então não precisa pedir o mais caro rs. Valeu a pena!

Taco de camarão
Bolinho de caranguejo

De lá, poderíamos ir para o ponto de partida de trolley que seria a parada 1, a parada 13  fica do outro lado da rua na esquina, mas estávamos querendo voltar para o hotel e descansar e Noah dormir, mas o próximo demoraria 20 minutos, então pegamos um Lyft até a Mallory Square (parada 1) e pegamos o shuttle gratuito de volta ao hotel.

Por volta as 5pm pegamos novamente o transporte gratuito do nosso hotel até a área do Mallory Park (ele só para lá). Fomos andando até a Key Lime Pie  Co que é da loja de doces Sweet Pete’s. Pedimos uma torta de limão normal e uma gelada que parece um picolé, coberta de chocolate e no palito. Achamos gostosinha, mas experimentaremos outras depois, pq vimos que em alguns restaurantes eles servem de uma forma diferente. A sensação que tive é que se a torta normal não estivesse tão gelada, seria mais gostosa, pois estaria mais cremosa.

 

De lá, passeamos no píer, onde tem vários restaurantes, todos lotados, e de onde saem os barcos para quem quer ver o famoso por do sol em alto mar. Pelo que vimos, o valor é de U$59.00 por pessoa para ver o pôr do sol e me parece que U$45.00 durante o dia. Não sei se pode crianças, nem perguntamos, pq ir com o nosso filho de 2 anos seria meio complicado, mas alguns barcos tem até música ao vivo, então imagino que deve ser super legal se for um grupo de adultos, ou sem crianças tão pequenas.

 

Eu queria muito ir na parede pintada com o nome de Key West (que vi quando fizemos o tour), e voltamos lá a pé. Ela fica ao lado do Cuban Coffee Queen, caso queiram ir pelo GPS do celular. Fizemos todo esse percurso a pé.

 

 

 

 

 

 

 

 

O por do sol nesse dia seria às 8:05pm e seguimos para a Mallory Square.

Suco de abacaxi… eles servem assim, lindamente. Não tem álcool!!

 

Quando o sol se pôs, meu marido já estava com fome, e pesquisando, encontrou um italiano chamado New York Pasta Garden, e mais uma vez pegamos um Uber no Mallory Park e seguimos até lá. Que delícia de restaurante! Tudo que pedimos estava gostoso. Meu marido escolheu frango à parmegiana e eu berinjela à parmegiana… vinha com massa, e trocamos o molho vermelho pelo Alfredo, mesma coisa com o que pedimos para a nossa filha, massa com almôndegas (meatballs).

New York Pasta Garden… recomendo sentar do lado de fora.

 

 

 

 

 

 

 

Dia 3 – Domingo

E nesse dia choveu… acordamos cedo e antes das 9am estávamos no restaurante Blue Heaven para o famoso café da manhã deles. Pegamos um Lyft por conta de estacionamento. Chegando lá esperamos cerca de 20 minutos, mas não parava de chegar gente e a um certo momento a espera era de 30 minutos. Pedi ovos Benedict com camarão, meu marido foi do básico ovos, batata, bacon com o famoso pão de banana deles, e minha filha  escolheu panquecas de banana. Gente o que é essa panqueca? E o pão? O cheiro era maravilhoso, achei saborosíssimo… funcionários maravilhosos, simpáticos, mas como tudo por lá, bem carinho!!!  Da próxima experimentaremos outros, como o  Banana Cafe (que indicaram pra gente no hotel) e um outro chamado Croissants de France, que uma seguidora nos indicou no Instagram.

 

Delicia de panqueca de banana com chips de chocolate 😋
Eggs Benedict
Entrada do Blue Heaven
Área externa do Blue Heaven

 

Resumindo as dicas de Key West:

▪Tire uma manhã ou uma tarde e faça o passeio de trolley, parando nos pontos principais;

▪Tome o café cubano se você realmente gosta de café;

▪Preparem-se pra ver muita galinha, galo e pintinhos pela cidade rs;

▪Para quem gosta de mergulhos, passeio de barco, jet ski e etc, aqui tem muuuitos;

▪Ande de bicicleta pela cidade, a maioria dos hotéis alugam;

▪Assista a um pôr do sol;

▪Tome café no Blue Heaven ou Banana cafe

▪Experimente as famosas key lime pies (se alguém já assistiu the Profit, vai se lembrar do Sweet Pete’s, e tem uma casa de torta deles na cidade).

▪Prepare o bolso, é uma cidade cara.

▪Não vá sem um celular habilitado.. não se anda muito de carro então vc usará muito o GPS no celular para se locomover a pé ou pedir um Uber/Lyft

 

Abaixo, uma compilação dos Stories que fiz no Instagram durante a viagem:

 

Espero que tenham gostado!

Sara

 

Enxoval – Compressinha de gelo

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No primeiro ano do bebê, por conta das vacinas, é super importante ter uma compressa de gelo em casa, e quando eles começam a andar então, nem se fala. É um bate cabeça aqui, bate a perna ali, e o gelo é sempre necessário.

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Sei que sempre temos uma compressa de gelo em casa, mas essas infantis são fofas e além de tudo, ainda servem para serem colocadas nas lancheiras, e assim, conservar por mais tempo ainda as comidinhas, por isso vale a pena comprar mais de uma.
Tem as de bichinhos das marcas Green Sprouts, Mud Pie, Stephen Joseph e Polar Gear e as de pelúcia da Stephan Baby chamadas Boo-Bunnie.
Algumas são compressas que além de geladas, podem ser colocadas no microondas e serem usadas quentes, como é o caso da Kirkland, que são essas de ráposa e pinguim.


Custam a partir de U$4.00 dólares. Vocês encontram em todas as lojas físicas de bebês e também na Amazon, como mostra imagem abaixo (clique no link abaixo):

http://www.amazon.com/s/ref=nb_sb_noss_2?url=search-alias%3Daps&field-keywords=baby+ice+pack

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amazon_personalflorida_gelo

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Sara Mota

@personalflorida

https://www.facebook.com/personalflorida/

10 maneiras de entreter crianças durante vôo

10 brinquedos para entreter crianças em um avião

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Pesquisa conduzida pela British Airways revela os artigos infantis mais eficazes na hora de prender a atenção das crianças durante um voo

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São Paulo, 7 de agosto de 2014 – Pesquisa realizada pela British Airways revela que a maior preocupação dos pais ao voar com as crianças é não saber como mantê-los entretidos. Pensando em auxiliar as famílias, a companhia aérea realizou um experimento que consistiu em reunir 30 crianças em um voo de duas horas com uma seleção de brinquedos. Os passageiros-mirins, com idades entre dois e 10 anos, foram observados por 90 minutos pelo professor e apresentador de TV Robert Winston e por uma equipe de psicólogos educacionais.

 

Os resultados foram surpreendentes e revelaram que os brinquedos mais baratos mantêm as crianças ocupadas por mais tempo. Massinhas de modelar Play-Doh e pulseiras Loom Bands estão no topo da lista e foram eleitos por 80% das crianças, que ficaram ocupadas por mais de 40 minutos durante o experimento. O resultado animou os pais: 70% afirmaram que levariam estes brinquedos em um vôo no futuro.

 

O brinquedo mais popular entre os pequenos de 2-5 anos de idade foi o Play-Doh. Já o favorito entre os de cinco a 10 anos de idade foi o Loom Bands. Eternos clássicos, como Lego e cartões Top Trump, também marcaram muito esta faixa etária, mantendo-os entretidos durante uma média de 37 e 33 minutos, respectivamente.

 

“Embora a vontade dos pais seja que seu filho adormeça, brinquedos como Lego, livros de adesivos e jogos de viagem também são uma ótima maneira de mantê-los envolvidos. Apresentar brinquedos diferentes em intervalos regulares é uma alternativa para mantê-los entretidos por mais de 90 minutos”, afirma o professor Robert Winston.

 

Em uma pesquisa feita com 2.000 pessoas, 25% dos entrevistados disseram que se preocupam com a possibilidade de seus filhos perturbarem os outros passageiros, enquanto mais da metade estão preocupados com a interrupção da rotina de sono de seu filho.

 

Dra. Vivian Hill, psicóloga educacional, afirma: “Os brinquedos que despertam a imaginação e incentivam a criatividade, ao invés de brinquedos estáticos, como bichos de pelúcia e bonecas, são comprovados para manter as crianças ocupadas por mais tempo”.

 

British Airways lista os dez melhores brinquedos para levar no avião:
1) Loom Bands
2) Play-Doh
3) Lego
4) Top Trumps
5) Uno
6) Cartões de atividade
7) Jogo de viagem Magnetic
8) Aquadoodle!
9) Fantoches
10) Livro de adesivos

 

Dra. Vivian Hill compartilha suas principais dicas para um voo sem estresse com as crianças:

• Tenha à mão bebidas durante a decolagem e a aterrizagem, para que os pequenos não sejam tão afetados pela pressão do ar, uma vez que as crianças sofrem mais com as consequências do que os adultos.
• Comprar novos brinquedos e jogos para o vôo. Brinquedos mais recentes os entretém por mais tempo.
• Apresentar brinquedos diferentes em intervalos regulares. Envolvê-los e dá-los como presentes funciona muito bem.
• Concentre-se em atividades que incentivam a criatividade em vez de objetos estáticos, como bonecas e bichos de pelúcia.
• Fantoches de dedo e cartões de atividade são os brinquedos que podem entreter por muito mais tempo.
• Pense em jogos que você não precisa transportar. Jogos verbais, como I Spy e Vinte Perguntas são boas maneiras de passar o tempo de vôo.
• Se for um vôo noturno, leve um pijama. Deixar as crianças prontas para dormir ajudará a evitar perturbar o seu padrão de sono.

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Veja o vídeo:

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Fonte: Approach